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sábado, 18 de setembro de 2010

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A MORTE

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Romanos 6: 23
A morte é algo inevitável, não conseguimos encará-la com naturalidade. Somente falar ou pensar sobre isso geralmente é algo que incomoda, dói, gera medo... Isso porque Deus não incluiu a morte em seus planos na criação do homem, ela veio como conseqüência do pecado (“o salário do pecado é a morte” - Romanos 6:23); fomos criados eternos, é por isso que não conseguimos aceitar a morte: fomos criados para a eternidade!
O que a Palavra de Deus, nossa fonte mais segura de conhecimento, ensina sobre este assunto:
1. A MORTE NÃO É O FIM DA EXISTÊNCIA - Morte significa separação. A morte física ocorre quando o corpo é separado do espírito. O corpo, sem o espírito, não tem vida, e logo começa a se decompor. Fomos feitos de pó (Gênesis 2:7), e ao pó retornamos (Eclesiastes 12:7). No entanto, nosso espírito é imortal. Jesus claramente ensinou que existe vida após a morte: “Que os mortos ressuscitam, já Moisés mostrou, no relato da sarça, quando ao Senhor ele chama ‘Deus de Abraão, Deus de Isaque e Deus de Jacó’. Ele não é Deus de mortos, mas de vivos, pois para ele todos vivem” (Lucas 20:37).
2. NÃO EXISTE REENCARNAÇÃO – Vivemos e morremos neste mundo uma só vez. Observe o texto sagrado: "Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez, e depois disso enfrentar o juízo, assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos" (Hebreus 9:27 e 28). Não há margem para dúvida ou outras interpretações: após a morte, ninguém receberá uma segunda chance, mas apenas juízo. Se uma pessoa precisasse morrer muitas vezes, qual seria o valor do sacrifício de Jesus? Teria ele também que morrer muitas vezes? A doutrina Bíblica nos diz que somos salvos pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus (Efésios 2:8-9).
3. O DESTINO DOS QUE MORREM SEM SALVAÇÃO É O INFERNO – Quando a Bíblia fala da situação dos mortos, ela diz que “Quem nele (em Jesus) crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado... Não há segunda chance, não há meio termo, não há estado intermediário. Jesus é o único caminho para a salvação. Se em vida, a pessoa não se entregou ao seu senhorio, após a morte, entrará imediatamente em tormento.
4. OS SALVOS HERDARÃO A VIDA ETERNA – “Aquele que crê no Filho de Deus, tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho, não verá a vida“ (João 3:36) e “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida” (João 5:24). A mesma história contada por Jesus sobre o rico e Lázaro (Lucas 16:19-31), mostra que Lázaro fora levado pelos anjos até um lugar denominado “Colo de Abraão”, e estava sendo consolado, descansando. Também o ladrão que foi crucificado ao lado de Cristo, mostrou fé e um coração arrependido, e ouviu a promessa: “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43). Todos os que, pela fé, aceitarem essa salvação de Jesus, após a morte serão levados pelos anjos a um lugar de repouso e refrigério, onde poderão usufruir da maravilhosa presença de Deus Pai, e de onde nunca mais irão sair. A Vida Eterna é uma maravilhosa certeza de todos os que crêem em Deus e em suas promessas.
5. DEUS CONDENA A COMUNICAÇÃO COM OS MORTOS – Devido à entrada do pecado no mundo, e no coração do ser humano, a morte passou a fazer parte da nossa trajetória. No entanto, a esperança daquele que crê, está justamente na vida após a morte: a vida eterna com Deus! Jesus Cristo é o autor da vida, Ele veio ao mundo para destruir as obras do Maligno, enfrentou a morte e venceu, ressuscitou, e prometeu essa mesma vitória a todos os que o seguirem. Aleluia! Entregue a sua vida a Cristo, convide-o a ser verdadeiramente o seu Salvador e o seu Senhor. Porque “pela graça sois salvos, por meio da fé; não pelas obras para que ninguém se glorie”, pois “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho Único para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Márcia Rezende -Bacharel em Educação Religiosa e Ministra de Educação Cristã na 3a.Igreja Batista de

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O QUE FAZER QUANDO NÃO SE SABE O QUE FAZER





O rei Josafá está encurralado por adversários medonhos e insolentes. Uma grande multidão, fortemente armada estava pronta para atacar Jerusalém. Não dava tempo para reagir nem Josafá tinha recursos para resistir àquele aparato militar que pretendia varrer Jerusalém do mapa. Ao saber da tragédia, humanamente irremediável, Josafá teve medo e pôs-se a buscar o Senhor, convocando a nação para orar e jejuar. Em sua oração, o rei disse: "Ah! Nosso Deus, acaso, não executarás tu o teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti" (2Cr 20.12). Diante da situação tão desesperadora, Josafá admite sua incapacidade; reconhece que não sabe o que fazer, mas põe os seus olhos em Deus. Desse episódio podemos tirar quatro lições:

1. Quando você não souber o que fazer, busque a Deus em oração e jejum (2Cr 20.3) - Há momentos em que os problemas vêm sobre nós como uma torrente caudalosa, como uma avalanche avassaladora, como um terremoto assustador. Nessas horas, nossos recursos são absolutamente insuficientes para enfrentarmos a situação e nada podemos fazer senão recorrermos ao Deus do céu, e clamar por sua ajuda e socorro. A oração e o jejum são recursos sobrenaturais, são armas espirituais à disposição do povo de Deus. Quando agimos por nossa própria destreza e fiados em nossos próprios recursos, ficamos sujeitos a derrotas acachapantes. Mas, quando buscamos a Deus em oração e nos humilhamos sob sua onipotente mão, então, seu braço onipotente sai em nossa defesa e nos concede vitória.

2. Quando você não souber o que fazer, confie nas promessas de Deus (2Cr 20.4-12) - Não basta orar, precisamos orar como convém. Não basta pedir, precisamos conhecer aquele a quem pedimos. Josafá reconhece que Deus é o soberano Senhor nos céus e domina sobre todos os reinos da terra. Ele ora consciente de que nas mãos de Deus estão toda força e poder e não há quem lhe possa resistir. Quando compreendemos a grandeza de Deus, nossos grandes problemas se apequenam. Mas, Josafá deu um passo além em sua oração: ele fulcrou sua súplica nas promessas de Deus. Ao mesmo tempo em que buscou a Deus em oração, abriu as Escrituras para orar e fundamentar sua petição no alicerce firme das promessas de Deus. Oramos com eficácia quando ancoramos nossas petições nas promessas daquele que tem zelo pela sua Palavra e fidelidade em cumpri-la.

3. Quando você não souber o que fazer, ouça e obedeça a Palavra de Deus (2Cr 20.13-19) - Quando todos os homens, mulheres e crianças se reuniram para falar com Deus em oração, Deus se manifestou e falou com eles, trazendo-lhes sua Palavra. Por intermédio da oração falamos com Deus; por meio da Palavra Deus fala conosco. A Palavra divina que veio ao povo encorajou-o a não olhar para as circunstâncias e não temer as ameaças do inimigo. Deus lhes acalmou o coração dizendo que pelejaria por eles e lhes daria a vitória. A Palavra gerou fé no coração deles e tirou seus olhos do problema para colocá-los no Deus que está acima e no controle da situação.

4. Quando você não souber o que fazer, louve a Deus com confiança (2Cr 20.20-30) - Quando o povo ouviu a voz de Deus, o medo foi substituído pelo louvor. Eles enfrentaram os exércitos inimigos não com armas carnais, mas com louvor. Eles não louvaram depois que o inimigo foi derrotado; louvaram para derrotar o inimigo. O louvor não é apenas conseqüência da vitória, mas é a causa da vitória. "Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor emboscada contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados" (2Cr 20.22). O louvor é o brado de triunfo dos filhos de Deus no campo de batalha. Quando os problemas parecerem insolúveis, faça o que fez Josafá: ore, jejue, obedeça, e louve ao Senhor, e o inimigo será desbaratado.

Rev. Hernandes Dias Lopes

OS GEMIDOS DO MUNDO




O mundo está doente, o pecado o enfermou. Ele está sofrendo dores, está gemendo e sua esperança não encontra sequer um alívio até que Jesus volte. O pecado entrou no mundo e atingiu não apenas o homem, mas, também, a natureza. Em vez de cuidar da natureza, o homem passou a depredá-la. Em vez de ser mordomo da criação, o homem tornou-se seu algoz.

A doença que assola o mundo é aguda e crônica. Ela aflige sempre, sem pausa nem trégua. O mundo está sucumbindo e se contorcendo, gemendo e gritando, fazendo soar sua voz de lamento. As catástrofes naturais não são caprichos da natureza; são sinais de alerta. O apóstolo Paulo é enfático em nos informar que "toda criação geme e suporta angústias até agora" (Rm 8.22). Essa grandiosa sinfonia de gemidos não é vista como o estertor da morte da criação, mas como as dores de parto que levam à sua restauração. Duas verdades devem ser aqui apontadas:

1. O cativeiro da criação

É importante observar as palavras que Paulo usa para descrever esse cativeiro da criação: sofrimento (Rm 8.18), vaidade (Rm 8.20), corrupção (Rm 8.32) e angústias (Rm 8.22). Notemos três fatos:

A criação foi submetida à vaidade (Rm 8.20). Ela está confusa, contraditória, doente. Há uma desarmonia brutal na natureza. A expressão "cativeiro da corrupção" traz a idéia de um ciclo contínuo de nascimento, crescimento, morte e decomposição. Os sinais da morte estão presentes na natureza. O que está presente não é a evolução do universo, mas sua decadência. Vale ressaltar que essa sujeição da criação é involuntária. A criação não é o agente da sua queda. Ela é vítima e não ré. Ela não se submeteu; foi submetida.

A criação vive prisioneira no cativeiro da corrupção (Rm 8.21). A criação não pode redimir-se nem libertar a si mesma. A terra e os animais estão gemendo nesse cativeiro como prisioneiros num calabouço.

A criação geme e suporta angústias até agora (Rm 8.22). Não apenas parte da criação, mas toda ela geme e suporta angústias até agora. A natureza está com suas entranhas enfermas. Ela está com cólicas intestinais. Nossos rios estão se transformando em esgotos a céu aberto. Nosso ar está sendo poluído por toneladas de dióxido de carbono a cada minuto. Nossos campos estão se transformando em desertos e nossas fontes estão morrendo. Os animais do campo, os peixes do mar e as aves do céu estão gemendo.

2. A expectativa da criação

Destacamos três pontos importantes:

A redenção da criação está conectada com a glorificação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação foi amaldiçoada por causa do pecado do homem e será redimida do cativeiro da corrupção na glorificação dos salvos. Sua redenção do cativeiro não se dará antes nem à parte da glorificação dos salvos. Então, haverá liberdade em vez de escravidão, glória incorruptível em vez de decomposição. Se nós vamos participar da glória de Cristo, a criação participará da nossa glória.

A criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação vive como que na ponta dos pés, esticando o pescoço, olhando para esse futuro que virá trazendo em suas asas a restauração de todas as coisas. A expectativa da criação é uma esperança viva e certa.

Os gemidos da criação não são de desespero, mas de esperança (Rm 8.22). A criação não se contorce com os gemidos da morte, mas ela geme como uma mulher que está para dar à luz. Seus gemidos não são de desespero, mas de gloriosa expectativa. Ela não geme por causa de um passado inglório, mas por causa de um futuro glorioso. Os gemidos da criação não são dores que carecem de sentido e de propósito, mas são dores inevitáveis no vislumbre de uma ordem nova. A escravidão da decadência dará lugar à liberdade da glória (Rm 8.21). Às dores de parto seguirão as alegrias do nascimento (Rm 8.22). O universo não será destruído, mas sim libertado, transformado e inundado da glória de Deus. Amém!.

Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Deus é FIEL!

DEUS está comigo!

Com Jesus sou feliz!






sábado, 11 de outubro de 2008

ESCOLA DOMINICAL, A MAIOR ESCOLA DO MUNDO





A Escola Dominical é uma agência de ensino do Reino de Deus. Esta escola está presente em quase todos os países do mundo e possui milhões de alunos, que dominicalmente, se dedicam ao estudo das Sagradas Escrituras. Seus alunos procedem de todas as denominações protestantes, são oriundos de todos os extratos sociais e abrange todas as faixas etárias. Essa escola informa, transforma e treina pessoas para a realização da obra de Deus. Destacaremos três importantes características da Escola Dominical:

1. A Escola Dominical é uma escola que informa acerca das verdades eternas – O livro texto da Escola Dominical é a Palavra de Deus. As mesmas verdades que são ensinadas para as crianças são também transmitidas nas classes de adultos. Nessa escola pessoas incultas assentam-se na mesma classe com os
doutores. Nessa escola não há segregação de idade, raça ou grau de instrução. O que estudamos nessa escola não são os últimos inventos da ciência nem as lucubrações dos filósofos e pensadores, nem mesmo as últimas tendências da política, das artes ou da cultura, mas a verdade revelada de Deus. A Bíblia é um livro divinohumano. É inspirada por Deus e escrita por homens santos; ela é nascida no céu, amada na terra e perseguida pelo inferno. A Bíblia é o livro dos livros: O livro mais lido e o mais negligenciado; o livro mais amado e o mais odiado; o livro mais publicado, mais comentado e mais difundido de toda a história da literatura universal.

2. A Escola Dominical é uma escola que objetiva a transformação da vida mediante o ensino fiel das Escrituras – A transformação espiritual do homem e da mulher é uma obra exclusiva de Deus. Ainda que reuníssemos todos os nossos recursos não poderíamos sequer transformar uma vida. Mas, quando ensinamos a Palavra de Deus, no poder do Espírito Santo, essa mensagem bendita do evangelho transforma vidas e famílias inteiras. Os cativos são libertos, os perdidos são encontrados, os que vivem na região da sombra da morte encontram vida plena e abundante em Cristo Jesus. A Escola Dominical não é apenas uma agência de ensino, mas, também, um instrumento poderoso de evangelização. Por meio do ensino das Escrituras muitas pessoas têm vindo ao conhecimento salvador de Cristo e sido transformadas pelo poder do Espírito Santo. Temos visto muitos indivíduos sendo resgatados das trevas para a luz, da potestade de Satanás para Deus, deste mundo tenebroso para o glorioso reino de Cristo.

3. A Escola Dominical é um campo de treinamento dos santos para realizar a obra de Deus – A Escola Dominical não apenas informa e transforma, mas também, treina pessoas convertidas para o exercício do ministério. A igreja não é apenas o receptáculo da graça, mas um canal por meio do qual, as boas novas do evangelho devem chegar até aos confins da terra para alcançar cada criatura. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. O sacerdócio universal dos crentes abre largas avenidas de oportunidades para que cada membro da igreja seja uma testemunha viva da graça e um embaixador das boas novas de salvação aos perdidos. Devemos nos reunir dominicalmente, não apenas para nos abastecermos, mas também para nos equiparmos para fazer a obra de Deus. Somos um exército. Cada soldado deve estar na sua linha de combate. Há trabalho para todos. Os desafios são imensos, o campo é vasto, as portas estão abertas, os obreiros são poucos e a seara é grande. É tempo de repassarmos aos outros, o que temos recebido. É tempo de nos levantarmos, munidos de um profundo senso de urgência para fazermos a obra de Deus enquanto é dia, pois a noite vem quando ninguém pode trabalhar. Que Deus nos ajude a ter uma Escola Dominical viva, dinâmica e operosa, que informa, transforma e treina pessoas para fazer a obra de Deus!


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O Pecado




O pecado é um grande empecilho e o obstáculo à nossa felicidade; é a causa de todas as misérias do homem, tanto no presente quanto no porvir.
Removamos o pecado de nossa existência e nada nos afligirá, visto que a morte temporal, espiritual e eterna é o salário do pecado.
O pecado, e não o homem, é o objeto da ira de Deus. Quão terrível, portanto, deve ser a situação daquele que permanece no pecado, pois quem pode suportar e lutar contra a ira de Deus?
Nenhum pecado contra Deus pode ser considerado pequeno, visto que todo pecado é cometido contra o grande Deus do céu e da terra. Mas, se o pecador puder encontrar um Deus pequeno, será fácil encontrar pecados pequenos. O pecado transforma a graça de Deus em libertinagem. O pecado é o desafio à justiça de Deus; é o rapto da sua misericórdia; é o escárnio da sua paciência; é o menosprezo do seu poder; é o desdém do seu amor.
Acautele-se de não se entregar à libertinagem de cometer um pecado, pois este o levará a outro, até que, por costume, o pecado se torne natural.
Começar a pecar é o primeiro passo em direção a continuar pecando; e a continuação é a mãe do costume, que, por fim, se tornará em impudência.
A morte de Cristo nos proporcionou a melhor descoberta acerca de nós mesmos. Estávamos em tal condição que nada nos poderia ajudar, exceto a morte de Cristo e a nossa descoberta evidente da terrível natureza de nossos pecados. Se o pecado é algo tão terrível, que transpassou o coração do filho de Deus, como poderia um miserável pecador dar apoio ao pecado?
John Bunyan. (autor de “O peregrino”)

domingo, 24 de agosto de 2008

VIVER UM DIA DE CADA VEZ







Há dois dias em todas as semanas com os quais não nos deveríamos preocupar.
Dois dias que deveriam estar livres do medo e da apreensão.
Um desses dias é o ontem, com os seus erros e ansiedades, com suas falhas, dores e sofrimentos.
O ontem passou para sempre, está para além do nosso controle.
Nem todo o dinheiro do mundo pode trazer de volta o ontem.
Não podemos desfazer um único ato que fizemos,
Não podemos apagar uma única palavra que dissemos.
O ontem, já partiu...
O sol do amanhã irá levantar-se ou em esplendor ou por detrás de uma máscara de nuvens, mas levantar-se-á.
Até que ele chegue, não temos nenhuma garantia do amanhã, pois ainda não nasceu.
Isso deixa apenas um dia, o hoje.
Qualquer homem pode lutar as batalhas de apenas um dia.
É quando se adicionam as cargas daquelas duas assombrosas eternidades - o ontem e o amanhã - que sucumbimos.
Não é a experiência do hoje que enlouquece alguém.
É o arrependimento ou a amargura por algo que aconteceu ontem e o receio do que o amanhã pode trazer.
Portanto, vivamos não mais que um dia de cada vez.
Somente por hoje serei feliz,
Somente por hoje serei agradável,
Somente por hoje falarei baixo, agirei com sensatez,
Não criticarei ninguém,
Não acharei erros em nada e
Nem tentarei melhorar alguém antes de me melhorar.
Somente por hoje terei um momento em silêncio,
Sozinho, relaxarei e conversarei.
Ontem é história, o amanhã é um mistério.
Mas o hoje é uma dádiva.
Por isso é chamado... presente!
Que vivamos o hoje plenamente e que tenhamos um dia cheio de alegrias...

Mostrando Paz - Um ninho de passaro



Há momentos em nossas vidas que ficamos como estes discípulos parados olhando para o céu, e muitos motivos nos levam a esta posição. Ainda que não seja por estar vendo o extraordinário, mas talvez por não saber o que fazer.

Acostumamos-nos a discernir a face do céu se está um dia bonito, se vai chover, se fará frio e muitas vezes quando o tempo fica fechado com pesadas nuvens, relâmpagos e trovões, tudo isso parece nos assustar muito.

Eu te pergunto: Por que você não se assusta com a violência urbana? Por que não se assusta com as mortes violentas? Por que não se assusta com a mentira, não se assusta com o mendigo nas ruas, com os aleijados, os encarcerados? A insensibilidade chegou a um ponto que só nos preocupamos com aquilo que nos afeta diretamente.

Enquanto olhamos as nuvens pesadas sobre os céus, muitas vezes não percebemos o clima pesado que provocamos em nossas casas, em nosso ambiente de trabalho, com os vizinhos muitas vezes pelo egoísmo, pelo desejo de se auto afirmar, auto satisfazer, sem se importar com o outro no processo.

Enquanto as nuvens se formam nos céus, aqui ao nosso lado, tem viciados desesperados por mais uma dose, desesperançados atrás de uma overdose para acabar com sua infelicidade. Talvez do outro lado da rua, um mendigo com feridas expostas esperando que alguém se compadeça para dar alguns trocados. No bar da esquina alguém desesperado busca refúgio em doses elevadas de álcool. Notamos o desespero estampado em vários rostos que cruzam conosco nas ruas, errantes, e todos estão debaixo da mesma nuvem, sabendo que a qualquer momento um forte temporal vai cair.
Alguns sabem que têm refúgio, proteção, que podem chegar logo em casa ou em algum lugar seguro para se abrigar da chuva, mas muitos ficam como os discípulos olhando para o céu, como se dissessem: O que vou fazer da minha vida? Para onde vou? Não sei que rumo devo tomar!

Há momentos que você não deve correr atrás de abrigos, a chuva é o sinal das bênçãos de Deus sobre nós. A chuva fala de molhar o que está seco, sedento. Fala de enchimento. É preciso se expor para ser molhado, inundado, preenchido e só Deus tem esse poder. Por isso aqueles anjos disseram para os discípulos no versículo 11 – “Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.” Eu te pergunto: De que maneira Ele foi visto subindo? No v. 9 diz que foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.

A nuvem de Deus veio receber o Senhor dos Senhores, ocultando-o aos olhos dos discípulos. Naquele momento era necessário que Jesus estivesse com o Pai. Mas chegou a hora em que a mesma nuvem vai ser derramada como chuva, liberando a cegueira dos olhos para que possamos ver o socorro, o livramento, o escape. A mesma nuvem pesada aos nossos olhos vai dar lugar a uma tremenda chuva de bênçãos, chuva de socorro, chuva de refrigério, chuva que vai nos invadir totalmente. Essa nuvem trás de volta a presença de Jesus conosco.

Esse mesmo Cristo que foi visto subir será visto descer, não só no dia do arrebatamento, mas também no momento em que parece que o mundo desabou como um temporal na sua cabeça, Naquele momento, os céus vão se abrir e você poderá contemplar novamente o céu azul, o sol brilhante, a beleza da criação de Deus, a beleza de Cristo.

Tudo isso só é possível olhando para Jesus. É Ele, e somente Ele, a pessoa que Deus prometeu enviar para nosso resgate, para te arrancar da depressão, da angústia e da morte, Jesus é o príncipe da paz.

Certa vez li sobre como um pintor poderia representar a paz. Um deles pintou um quadro onde tinha um riacho tranqüilo, um céu azul, pássaros voando e um clima agradável, para ele, esse era o retrato da paz. Outro pintor expressou a paz pintando uma cachoeira com uma queda d’agua muito forte, os céus estavam escuros como se uma grande chuva fosse cair em pouco tempo, os ventos sopravam e as árvores pareciam inclinadas pela força dos ventos e em um de seus galhos havia um ninho com a mãe pássaro e seus filhotes quietos, observando tudo. Ele disse: Isso para mim é paz, no meio do temporal estar tranqüilo, calmo, quieto.

A paz não está num quadro estático de aparência, mas Jesus, como príncipe da paz, nos faz estar tranqüilos no meio das lutas, dos problemas, das dificuldades.

É exatamente isso que Ele quer promover a você, olhe para as nuvens, não com medo delas, mas crendo que de lá vira o livramento, Lembre-se Ele está oculto apenas aos seus olhos, peça que tire a cegueira para que possa vê-lO.

sábado, 23 de agosto de 2008

Alto Preço



George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no balcão, e começou a falar:

Estava andando pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com frio e com medo. Eu perguntei:

- Menino o que você vai fazer com esses passarinhos?

Ele respondeu:

- Leva-los para casa tirar as penas e queima-los, vou me divertir com eles.

- Quanto você quer por esses passarinhos menino?

O menino respondeu:

- O senhor não vai quere-los, eles não servem para nada, são feios!

O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore!

Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a Satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra. Ele respondeu:

- Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino a jovens usar drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve! Estou me divertindo muito com eles!

Jesus perguntou:

- E depois o que você vai fazer com eles?

- Vou mata-los e acabar com eles!

- Jesus perguntou:

- Quanto você quer por eles?

Satanás respondeu:

- Você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!

Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em consideração o que você fizer!

- Quanto você quer por elas Satanás?

- Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue!

Trato feito! E... Jesus pagou o preço da nossa liberdade!

Como nos esquecemos de Jesus!

Acreditamos em tudo o que nos ensinam, mas sempre questionamos as coisas que vem de Deus!

Todos querem um dia estar com Deus, mas não querem conhece-lo! E ama-lo!

Muitos dizem: Eu acredito em Deus, (Satanás também!), mas não fazem nada por Ele!

As pessoas mandam piadas por e-mail e umas passam para as outras em uma velocidade luz! Mas quando a mensagem é sobre Deus, as pessoas pensam duas vezes antes de compartilhar com as outras.

Dizem a todo o momento, a qual clube pertence, mas pensam duas vezes antes de dizerem:

SOU DE CRISTO E AMO A DEUS!

Tentam ser invisíveis, quando se trata de Jesus Cristo! PORQUE?

Falar sobre Jesus Cristo não é um assunto que as pessoas querem ouvir!

Somente querem a Jesus quando estão em grandes apuros!



George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no balcão, e começou a falar:

Estava andando pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com frio e com medo. Eu perguntei:

- Menino o que você vai fazer com esses passarinhos?

Ele respondeu:

- Leva-los para casa tirar as penas e queima-los, vou me divertir com eles.

- Quanto você quer por esses passarinhos menino?

O menino respondeu:

- O senhor não vai quere-los, eles não servem para nada, são feios!

O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore!

Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a Satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra. Ele respondeu:

- Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino a jovens usar drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve! Estou me divertindo muito com eles!

Jesus perguntou:

- E depois o que você vai fazer com eles?

- Vou mata-los e acabar com eles!

- Jesus perguntou:

- Quanto você quer por eles?

Satanás respondeu:

- Você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!

Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em consideração o que você fizer!

- Quanto você quer por elas Satanás?

- Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue!

Trato feito! E... Jesus pagou o preço da nossa liberdade!

Como nos esquecemos de Jesus!

Acreditamos em tudo o que nos ensinam, mas sempre questionamos as coisas que vem de Deus!

Todos querem um dia estar com Deus, mas não querem conhece-lo! E ama-lo!

Muitos dizem: Eu acredito em Deus, (Satanás também!), mas não fazem nada por Ele!

As pessoas mandam piadas por e-mail e umas passam para as outras em uma velocidade luz! Mas quando a mensagem é sobre Deus, as pessoas pensam duas vezes antes de compartilhar com as outras.

Dizem a todo o momento, a qual clube pertence, mas pensam duas vezes antes de dizerem:

SOU DE CRISTO E AMO A DEUS!

Tentam ser invisíveis, quando se trata de Jesus Cristo! PORQUE?

Falar sobre Jesus Cristo não é um assunto que as pessoas querem ouvir!

Somente querem a Jesus quando estão em grandes apuros!

AS TRÊS PENEIRAS






Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo.
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:


- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?


- Três peneiras?


- Sim. A primeira peneira é a Verdade. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer por aí mesmo.
Suponhamos então que seja verdade. Deve então passar pela segunda peneira: a Bondade.
O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: Necessidade.
Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?


E, arremata Sócrates: - Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo.


Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas de planeta.


Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS !
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS !
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS !

Sr. Mário um velho caminhoneiro!



Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro
chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa
para ver o lindo caminhão que comprara
depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.
Era o primeiro que conseguia comprar
depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa,
encontra seu filhinho de seis anos,
martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e,
sem hesitar, completamente fora de si,
martela impiedosamente as mãos do garoto,
que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho,
mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho,
consegue trazer o marido à realidade,
e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia,
o médico desconsolado e bastante abatido,
chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão,
que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento
esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, enternecido e profundamente arrependido,
deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele
e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos,
e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,
a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Pense nisto!

Meu pai é o piloto





No livro Silent Strength for My life (Força tranqüila para a minha vida), Loyde John Ogilvie conta a história de um menino que conheceu numa viagem. Ele reparou no menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos. Quando Ogilvie entrou no avião, viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.

O menino foi cortês quando Ogilvie puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar tempo colorindo um livro. Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estava sendo
feitas.

Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade ,muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a
maior naturalidade. Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor do menino, ficou preocupada com aquilo tudo, e perguntou ao menino: _Você não está com medo, menino? _Não senhora, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.

_Meu pai é o piloto.

Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade. Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme.
Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiar-mos, e que nos sirva de socorro. No meio da tempestade, podemos nos lembrar de que nosso Pai é o piloto.
Apesar das circustâncias, nossa vida está nas mãos do Deus que criou o céu e a terra.
Ele está no controle, por isso não há o que temer. Se um medo incontrolável tomar hoje conta do seu ser, diga:

"MEU PAI É O PILOTO, NÃO TEMEREI MAL ALGUM!"

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

O fardo de Jesus





Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.

Mateus 11. 28 – 30.

Muitos dentre nós temos andado cansados e sobrecarregados, nem tanto por causa da correria do dia a dia ou por causa da fadiga natural decorrente de nossas atividades. Boa parte de nós tem vivido cansada e sobrecarregada porque temos carregado uma pesada carga de ressentimentos, amarguras, tristezas acumuladas ao longo de toda uma vida. Somos oprimidos e encurvados pelo peso dessa carga. Estamos espiritual e emocionalmente cansados, pesados e sobrecarregados. Feridas que não cicatrizaram, que nós nem deixamos que cicatrizem, e que nos tornam profundamente abatidos pelo peso e carga emocional que nos deixamos carregar.

Não conseguimos abrir mão de muitas coisas que nos marcaram pela vida inteira. Levamos, por isso, um fardo pesado. Estamos sob um jugo que nos sufoca. Estamos cansados da pesada carga e que nos oprime.

Outras coisas nos cansam no dia a dia contemporâneo. As preocupações de emprego, de estudo, de família, de manutenção. As atividades que inventamos ou que temos de participar. Mas certamente os maiores fardos que carregamos são as feridas da alma que ninguém pode ver. Essas deixam nossa alma por demais cansada e sobrecarregada. Ressentimentos, amarguras, tristezas, falta de perdão. Essas são cargas que nos oprimem e sufocam. Não somos capazes de emergir sozinhos debaixo de todo esse peso.

Cristãos podem estar vivendo cansados e sobrecarregados. A pergunta é se isso precisa ser assim. Jesus faz um convite que aponta uma solução e indica que a resposta é não. Vinde a mim. O convite de Jesus é muito interessante a esse respeito. Ele nos propõe uma troca: nós lhe damos a nossa carga, que está nos matando, e Ele nos dá o Seu jugo, que é suave, e o Seu fardo, que é leve. Essa troca é vantajosa demais para nós e extremamente necessária. E é uma troca que só Jesus pode realizar.

Parece-me que o ato de ir a Jesus para ser aliviado se traduz nos ator de tomar e aprender. Vir a Jesus é tomar o Seu jugo e aprender dEle, que é manso e humilde. Se a alma cansada deseja alívio, Ela deve se submeter primeiro ao absoluto Senhorio de Cristo, tomar o Seu jugo. Este é um Senhorio suave porque ao mesmo tempo que nos exige algo, nos dá a graça correspondente para executar.

Por outro lado, a alma cansada precisa aprender a humildade e mansidão. No texto, há uma relação entre ser manso e humilde e o achar descanso para a alma. Penso que na humildade e mansidão se encontra a raiz de toda cura para aquelas coisas que nos oprimem e sobrecarregam. A cura, o alívio, a troca do fardo pesado pelo fardo de Jesus, começa no aprender a ser manso e humilde. Não há lugar para ressentimentos e mágoas em um coração manso e humilde.

Ressentimentos e mágoas são as principais coisas que nos oprimem. E eles nascem de orgulhos feridos. O início da cura e a prevenção está em aprendermos a ser mansos e humildes de coração. Humildade não convive harmoniosamente com o orgulho. Para acharmos descanso e alívio para a alma, devemos começar buscando aprender humildade e mansidão de Jesus. A maravilhosa troca de fardos começa daí.

Qual a alma cansada que não deseja descanso? Qual a alma sobrecarregada que não quer alívio? Jesus promete: Venham a mim, certamente eu vos aliviarei, certamente eu darei descanso às vossas almas.

Nós não precisamos andar cansados e sobrecarregados. O nosso Senhor quer trazer descanso, paz e alívio para nós. Ele quer curar profundamente as nossas almas. Há tanta gente oprimida pelos ressentimentos, amarguras e tristezas acumuladas, sem necessidade. Temos um remédio maravilhoso à disposição.

Para que isso dê certo, é preciso uma coisa. É preciso investir tempo para conhecer a Deus. É preciso investir tempo no relacionamento com Jesus para podermos aprender com Ele a sermos mansos e humildes.

Você não passa nem 15 minutos por dia na presença do Senhor; você não conhece a Sua Palavra; e você quer que as coisas dêem certo? Elas nunca darão certo assim. Você continuará cansado e sobrecarregado, sem o alívio que Jesus quer dar a quem quiser aprender com Ele a ser manso e humilde de coração, porque você é incapaz de investir tempo em conhecer a Deus. Conhecer a Deus não é ir aos domingos à Igreja. Muito menos erguer as mãos atendendo um apelo. Conhecer a Deus é investir tempo no relacionamento com Ele. Mas você não faz isso porque tem coisa mais importante para fazer do que orar e ler a Bíblia.

Enquanto você não busca ser íntimo de Jesus continua chafurdando na lama de suas dores, suas culpas, seus ressentimentos, falando mal de todos. Abra seu coração. Jesus quer aliviar você, quer conhecê-lo em oração. Porque conhecê-lo intimamente é investir tempo nEle.

Uma coisa é necessária para que Jesus nos alivie: que busquemos Sua intimidade. Mas em vez de fazermos isso, seguimos com nossos ressentimentos e mágoas, e não pomos nosso coração em buscar o conhecimento do Senhor, mergulhando ainda mais no lamaçal em que estamos.

Ainda há tempo. Ouça o convite do Senhor: Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Ouça o convite do Senhor e se deixe levar à Sua intimidade, para ser aliviado e curado. Ainda há tempo.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Bendita a Nação cujo Deus é o Senhor

“Idolatria é adorar como um Deus algo que não é Deus” - Roger Garaudy



“Acalmar o mercado” era a palavra de ordem do Brasil ao final do governo tucano. Com o dólar já a quase R$ 4,00 e em escalada crescente, a Argentina falida, com sua gente a saquear supermercados e apedrejar bancos, a crise se aproximando mais e mais de nossas fronteiras, via Paraguai e Uruguai (a antiga “Suíça latinoamericana” que, pela primeira vez na história praticou um “Feriado Bancário”), percebendo que o que conduziu a Argentina e o Uruguai à crise foi precisamente o mesmo tipo de orientação econômica praticado no Brasil (paridade da moeda nacional ao dólar, obediência cega aos ditames do FMI, etc...) por ordem da metrópole, ficamos todos evidentemente com as barbas de molho.

O mercado, inquieto, inseguro, nervoso, causa inquietação, insegurança e nervosismo aos seres humanos. Já houve um tempo em que se acreditava que a fúria dos deuses nos trazia tragédias. Hoje em dia este lugar está ocupado pelo mercado. A insegurança do mercado nos traz problemas. Vale tudo para acalmar o mercado: aumentar os juros, aumentar as tarifas de eletricidade e telefone, aumentar os impostos sobre o trabalho, reduzi-lo para produtos importados e suprimi-lo para aplicações financeiras especulativas.

Os viciados em aplicações financeiras deveriam receber tratamento psiquiátrico, serem discriminados em assentos de avião, receber seus documentos com fotos de gente sofrendo de câncer, enfarte, isquemias, tromboses e derrame cerebral, sempre com os avisos clássicos: “lucrar muito com a especulação causa dependência, impotência sexual, derrame cerebral, infarto do miocárdio e outros males mais graves como miséria nacional, dependência do país a interesses estrangeiros, maior valorização da especulação do que da produção nacional e uma grave tendência a eleger gente incompetente e corrupta para altos postos governamentais”.

Lembro-me que durante a crise na Argentina, alguns pessimistas supunham que também o Brasil praticaria “feriados bancários” preventivos para evitar que os correntistas assalariados retirassem seus recursos de contas correntes e poupança numa grave profanação aos templos laicos do Mercado moderno que são as instituições bancárias.

Proteger e acalmar o mercado passa principalmente por proteger e acalmar o grande capital financeiro especulativo que gira nos bancos. Por isso se decretaram feriados bancários na Argentina e no Uruguai. Por isso se temia a decretação de feriados bancários no Brasil. A prioridade número um de qualquer governo capitalista é a de proteger o Capital, o Mercado e os Bancos. Os seres humanos... Bem, se sobrar tempo e a metrópole permitir, pensa-se também nos seres humanos...

Um porta-voz da metrópole disse que via com maus olhos mandar alguma forma de ajuda financeira aqui para a colônia porque os líderes das colônias sofrem de uma forte tendência a privatizar recursos públicos e o enviar a paraísos fiscais...

Houve um esboço de reação, tímido demais para chegar a ser convincente. Países que perderam a soberania nacional têm de escutar mesmo calados esse tipo de coisa. Particularmente quando têm realmente motivos para ficar com a consciência pesada... Há tempos o Brasil imolou sua soberania nacional no altar profano do Mercado sob os auspícios da metrópole norte-americana.

Seria possível resgatar isso, mas a aristocracia nacional aliada à metrópole dedica a maior parte de seu tempo e recursos públicos na busca de maneiras de se perpetuar, seja elegendo gente “de confiança”, seja concedendo autonomia – eufemismo para privatização – a empresas estatais lucrativas ou mesmo todo o sistema financeiro nacional, o controle da moeda, etc.

Outra peculiaridade aqui do Brasil é que as pessoas não participam ativamente da vida política em Ações Diretas, como seria lógico e desejável, limitando-se a escolher no mercado de candidatos aquele que consiga pagar ou cooptar os melhores montadores de imagem. O cidadão, reduzido à condição de eleitor – e eleitor compulsório que se a gente se recusa a participar desta farsa periódica, perde vários direitos de cidadania... – pouco se importa ou mesmo se lembra como é a prática daquele(s) que escolherá para representá-lo. Só a imagem importa e tem gente que é muitíssimo bem remunerada para dourar qualquer pílula de veneno por aqui.

É muito triste que as campanhas políticas eleitorais que decidem o futuro de nossa Nação, de nosso Estado e de nosso Município sejam decididas em fórum tão insignificante e inadequado quanto a mídia. Mais triste ainda ver o grau de importância dado ao mercado. Agora, triste mesmo é saber que nem mesmo isso importa: os principais mandatários do planeta não são sequer escolhidos na farsa eleitoral: são os presidentes do FMI, do Banco Mundial, do Citibank, etc...

O Salmo 32 (33 na Bíblia Protestante), versículo 12 reza: “Feliz a Nação que tem o Senhor por seu Deus.”

O que dizer de uma Nação como o Brasil, que cultua o Mercado como Deus supremo?





Lázaro Curvêlo Chaves - 3 de agosto de 2002

domingo, 10 de agosto de 2008

Derrotando seu gigantes

DERROTANDO SEUS GIGANTES

A fantástica história bíblica envolvendo o confronto entre Davi e Golias é algo que nunca deixou de me fascinar, desde meus primeiros dias na Escola Dominical. Essa é uma história muito familiar, até mesmo para pessoas que nunca abriram uma Bíblia, e ela na realidade traz consigo uma estratégia de como derrotar de uma maneira bem-sucedida os gigantes que surgem na sua e na minha vida. Sim, gigantes. Todos nós nos deparamos com eles. Maus hábitos, dúvidas, dificuldades financeiras, relacionamentos difíceis etc, tudo isso e muito mais pode ser considerado gigante em nossa vida.

A história se refere à fascinante luta entre Davi e Golias, representando dois povos em confronto: de um lado os filisteus, e do outro, os israelitas. Voltemos no tempo e vejamos se nessa história não está inserida uma quantidade enorme de verdade e princípios que podem - hoje - ser aplicados em nossa vida.

Eis aqui alguns deles, que ecoam através do tempo, princípios que posso ver nessa fascinante história de um jovem rapazinho derrubando um enorme gigante:

1 - Esteja certo de que os gigantes irão tentar bloquear o seu caminho rumo à Terra Prometida. São tantas as vezes em que corremos em direção aos nossos sonhos, com a ingênua atitude semelhante à de um passeio num parque num dia ensolarado, em meio a uma serena e fresca brisa convidativa… Isso não é verdade! Se você tem um sonho, um alvo, um ardente projeto em seu coração, algo a seus olhos tão grande como uma Terra Prometida, pode estar certo de que em meio à trajetória entre o ponto de partida e o ponto de chegada você irá enfrentar muitos obstáculos. Haverá pessoas que farão tudo que for possível para impedi-lo de alcançar seu alvo. Rick Warren costuma dizer que “Todas as vezes que você decide construir uma casa, pode estar certo de que alguém vai atirar pedras em seu telhado!” Os gigantes irão aparecer. Não é uma questão de “se”, e sim de “quando”. Esse é um fato, e você tem que contar com ele. Não dê inicio à sua jornada com os olhos fechados. Espere encontrar pelo menos um ou vários gigantes!

2 - Ataque seu gigante com uma razão maior do que tão-somente sua própria vitória. Para Davi, a razão primeira e fundamental era a de defender a honra de Deus, uma vez que esse gigante havia zombado do Deus de Israel. Sim, claro que ele sabia que ganharia uma esposa, se livraria para sempre do imposto de renda e teria benefícios financeiros… Contudo, a razão que palpitava em seu coração não era de caráter pessoal. Havia nele um propósito que transcendia interesse particular. A própria glória de Deus estava envolvida na empreitada. O mesmo deve ocorrer conosco. Sim, é verdade que haverá uma série de benefícios que virão em função do nosso sucesso. Entretanto eu tenho percebido - e as Escrituras, do Gênesis ao Apocalipse confirmam - que o maior de todos os sucessos deste mundo é pura vaidade. Só que as coisas que trazem o mais profundo senso de satisfação pessoal sempre vêm mediante realizações de caráter altruísta - razões e causas que transcendem esta vida tão passageira!

3 - Não subestime sua própria capacidade. Quando indagado se ele teria condições de derrotar aquele gigante, Davi logo refletiu sobre seu passado. De imediato me vem à mente algo que o notável Soren Kierkgaard disse certa vez: “Para se viver a vida tem-se sempre que olhar para a frente, mas para compreender a vida tem-se sempre que olhar para trás”. Para Davi o passado era um memorial de fidelidade e ação portentosa de Deus em sua vida. Se o presente o desafiava, o passado o motivava a crer no Deus de Israel. Ao olhar para tráz Davi se lembra da maneira como Deus já o havia ajudado a derrotar um urso e um leão, quando guardava as ovelhas do seu pai. Portanto, agora seu raciocínio era: “Se eu pude derrotar o urso e o leão, certamente posso derrotar este grandalhão…” Davi conhecia sua força e capacidade. Ele sabia que o que poderia fazer ele faria novamente, e uma vez mais, até que alcançasse seu alvo.

4 - Não use a armadura das outras pessoas. Tudo bem. O rei finalmente se convenceu de que Davi poderia ir em frente e enfrentar o gigante. Só que primeiramente ele tinha que colocar sua própria armadura em Davi. E Davi à semelhança de um menino de 10 anos, vestido com o terno do pai se deu conta de que além do ridículo, a impraticalidade daquilo era óbvia. “Não, muito obrigado”, diz Davi. Ele sabia do que estava precisando, e o que necessitava não era aquilo que estava funcionando para outras pessoas. Claro que precisamos de conselhos de outras pessoas, mas é necessário que cheguemos a um momento definidor, onde temos que tomar uma decisão, decisão essa que deve ter como fundamento o que funciona para mim, e não - necessariamente - o que funcionou para alguém. Estamos vivendo numa geração que busca resultados imediatos, e a tentação de colocar modelos que funcionaram em outras circunstâncias, outros climas e outras culturas é sempre muito forte. Porém os resultados podem ser os mais inesperados possíveis. Para Davi, sua funda e sua habilidade de pontaria eram tudo de que ele necessitava.

5 - Use cinco armas, mesmo que você venha a precisar de apenas uma. Essa é uma das partes mais fascinantes dessa história. Davi obviamente sabia que ele era muito habilidoso no manuseio da sua funda, suficientemente hábil para matar um gigante. Portanto, existe uma certa autoconfiança nisso. Mas ele não estava alheio à realidade de que nossos melhores planos tendem a nos surpreender, resultando no oposto do que esperávamos. Estava pois consciente de que eventualmente são necessários mais do que algumas pedras para matar gigantes. Portanto, mesmo que ele precisasse de apenas uma pedra para fazer o trabalho, teve outras quatro como garantia, para fazer a cobertura.

E você? Quais são as medidas de cautela que tem colocado no seu bolso? Se tem apenas uma, é bom e sábio pensar em levar consigo pelo menos mais umas quatro alternativas, a fim de derrotar seu gigante.

6 - Corra para o gigante e não do gigante. Aqui está um ponto muito interessante. A narrativa é clara em demonstrar que Davi correu em direção ao gigante. Para quê? Para que pudesse ter a melhor posição, a fim de lançar a sua pedra. Muitos de nós temos como postura correr dos nossos gigantes, com a expectativa de que se corrermos e nos escondermos com habilidade, eles nos deixarão em paz. Puro engano. Os gigantes - à semelhança do gigante filisteu - aí estão para atormentar, para zombar, para trazer confusão e desencorajamento, e tentar minimizar a ação do Deus vivo e verdadeiro. Não fuja dos seus gigantes. Aproxime-se deles e, na posição mais estratégica possível, derrube-os!

7 - Certifique-se de que o gigante está morto, depois que ele cair. Apenas um arremesso, e o gigante caiu. Davi fez uma festa de celebração? Não. Ele se aproximou do gigante caído, e com um golpe certeiro com a espada do próprio gigante lhe decepou a cabeça. Davi aqui fez algo que vale a pena salientar: os gigantes têm uma habilidade muito especial de voltar à vida. Portanto, antes de seguir em frente certifique-se de que realmente a conquista foi definitiva. À semelhança de Davi, você PODE conquistar seus gigantes! Você pode também fazer deles uma memória de vitória, e se mover rumo à Terra Prometida. Quero encorajá-lo a meditar sobre esses princípios, desejando que eles possam encorajá-lo a derrotar os gigantes do presente e aqueles que ainda hão de vir.

A linguagem do olha! (Desafios)

- Stanley Jones ao analisar a atitude cristã diante do sofrimento humano afirmou:
“A vida muitas vezes, se nos parece como Simão: Saímos de casa num dia sem nuvens, com os pássaros a gorjear. A vida parece cheia de esperança e promessa. Mas, de repente, encontramo-nos no meio da tragédia; as circunstâncias põem sobre nós uma cruz pesada e somos obrigados a subir num calvário”
- O grande desafio do cristão é saber como enfrentar estes momentos de crise!
- O texto de Miquéias contém lições importantes para quem deseja vencer os desafios da vida!

01. EM PRIMEIRO LUGAR, O PROFETA DESCREVE UM PERÍODO DE PROFUNDA ESCASSEZ ESPIRITUAL!
- Miquéias 7: 1
- Numa simbologia ele descreve uma árvore sem fruto!
- Uma árvore desprovida de folhas e por isso condenada!
- Este quadro não nos é estranho!
- Hoje - a igreja mostra muita atividade com pouca produtividade!
- muito movimento e pouco deslocamento!
- muitas palavras e poucas ações!
- Sem dúvida - há na igreja de hoje uma escassez de salvação, de santificação, de fidelidade e pureza de vida!

02. EM SEGUNDO LUGAR, O PROFETA DESCREVE UM PERÍODO DE PROFUNDA ESCASSEZ MORAL!
- Miquéias 7: 2 - 3
- A história nos conta que os grandes impérios caíram não sob a força das armas…
- Mas foram derrotados pela força da corrupção moral!
- O quadro descrito pelo profeta Isaías ainda tem cores nos dias de hoje - Isaías 1:10-17

03. EM TERCEIRO LUGAR, O PROFETA DESCREVE UM PERÍODO DE PROFUNDA DESCONFIANÇA NO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL!
- Miquéias 7: 5
- Hoje é muito difícil acreditar na palavra de alguém!
- Membros não confiam nos seus pastores!
- Pastores desconfiam de seus auxiliares!
- Estamos vivendo em ilhas!
- A obra de Deus não consegue avançar quando há desconfiança no seio da igreja!

04. EM QUARTO LUGAR, O PROFETA DESCREVE UM PERÍODO DE PROFUNDAS MUDANÇAS NO SEIO DA FAMÍLIA!
- Miquéias 7: 6
- A família tem sido um dos alvos prediletos do diabo!
- Não há ódio, não há desamor, não há brigas!
- Simplesmente há muita indiferença entre seus membros!
- Quando a família é atingida, a igreja sofre!

05. A QUESTÃO É SABER COMO AGIR DURANTE ESSES PERÍODOS CRÍTICOS!
- A resposta parece muito simples em se tratando de problemas tão complexos!
- Mas o profeta conseguiu superar todas estas crises tomando uma decisão que está ao alcance de todos nós!
- Miquéias 7:7
- O que é olhar para o Senhor?
- Em primeiro lugar - é reconhecer que esse olhar cria uma ponte entre a minha vida e Deus!
- ao olhar eu não estou contemplando uma pessoa estranha, desligada dos meus problemas!
- a linguagem do olhar é muito forte. Nem mesmo o diabo consegue impedir esta comunicação!
- Em segundo lugar - esse olhar nos levanta quando somos empurrados pelas adversidades da vida!
Miquéias 7: 8
- Em terceiro lugar - esse olhar nos faz viver na dependência das misericórdias de Deus!
Miquéias 7: 18
- Em quarto lugar - esse olhar renova a nossa esperança - Miquéias 7:19

CONCLUSÃO
- Jesus ao falar sobre as ansiedades da vida, deixou um remédio muito eficaz!
- Ele mandou simplesmente que olhássemos para os lírios do campo!
- Onde você estiver lendo esta mensagem, você pode levantar seus olhos e contemplar a graça libertadora de Deus!
- Amém!
Postado em Esboço de Sermões

Removendo a Pedra

Três ordens diretas de Jesus podemos destacar neste texto, que determinaram a solução completa para um grande problema, aqui representado pela morte de Lázaro já há quatro dias. Jesus chega e estabelece o propósito que Deus, o Pai, tinha para aquela situação. Jesus vem socorrê-lo quando já não há mais esperança ou solução.
Jesus, diante das aflições da família, também se emociona (v. 35, Jesus chorou) e sente íntima compaixão por eles. Jesus tinha empatia (sentia as mesmas dores) para com aquela família.

1a. Ordem: Tirai a pedra

Jesus mesmo não removeu a pedra, mas deixou esta responsabilidade para nós. Ele pode fazer todas as coisas, mas há coisas que ele quer fazer através de nós. Por exemplo, os anjos quiseram pregar o evangelho, mas essa responsabilidade Deus deu aos homens, por mais finitos e limitados que sejam. Jesus chama as pessoas que estão ao seu lado para participarem do milagre. Tirar a pedra, portanto, é função nossa.

Vejamos a ilustração do mendigo chinês que passou a vida toda sentado numa pedra esmolando no caminho. Vindo a morrer em elevada idade, o prefeito resolve remover a pedra sobre a qual o mendigo estivera assentado, e para surpresa deles encontraram debaixo da pedra uma fortuna incalculável. O mendigo morreu sem fazer uso daquele grande tesouro e riqueza, impedido por uma pedra que nunca removera. Assim acontece com muitos chamados cristãos entre nós. Não queremos remover as pedras que muitas vezes nos separam da fonte de toda riqueza que é Deus.

Que tipo de pedras? A incredulidade por exemplo é uma pedra terrível. “Errais não conhecendo as escrituras nem o poder de Deus”. As pessoas passam a vida toda vivendo miseravelmente, porque não crêem que Deus quer e pode mudar suas vidas. Crer é obedecer. Se creio, me lanço para obedecer. Exemplo da criança que se lança nos braços do pai e pula sem temer, sabendo que não vai cair e se machucar. Isto é crer, é confiar que Deus vai fazer. As pedras impedem o relacionamento com Deus e com nossos filhos, cônjuge, amigos. Pedras de lembranças, amarguras, feridas íntimas na alma, que nos impedem de perdoar e sermos perdoados. A ordem de Jesus é: tirai a pedra. “Infeliz é o povo cuja esperança se perdeu, e a fé se petrificou” (Rui Barbosa).

Quem tem que tirar a pedra SOU EU. O que é que me separa de Deus, e me mantém num sepulcro gelado? Tomemos hoje a decisão de tirar as pedras de nossa vida para que Deus possa nos libertar da morte.

2a. Ordem: Vem para fora

O morto já cheirava mal. Mas Jesus ordena esta palavra de cura. O que cheira mal necessita ser retirado. “Se creres, verás a glória de Deus” . Deus quer exatamente se manifestar e operar nesta situação, onde não podemos mais “pôr uma pedra em cima”, pois o que está debaixo necessita de cura. Aqui é onde o poder de Deus opera. Ele nos dá o poder para sairmos da situação que está cheirando mal.
E do que devemos vir para fora? Podemos considerar coisas como: maledicência, inveja, traição, mentira, covardia, adultério, injustiça, falsidade, cobiça, infidelidade, roubo, prostituição, incredulidade, desobediência, feitiçaria, calúnia, murmuração, amor ao dinheiro, vícios, etc.
Aqui o poder de Deus entra em ação e nos “ressuscita”, ou seja, traz vida para onde havia morte em nós.

3a. Ordem: Desatai-o e deixai-o ir

Nós é que temos que desatar e deixar ir. É minha responsabilidade. Preciso ajudar as pessoas a serem desatadas, e levá-las a uma experiência de nova vida. Quantos nasceram agora, e necessitam de cuidados, de reconstruir suas vidas, de serem livres das amarras do passado. Ficaram tantos anos escravos de pensamentos errados, vícios, pecados grosseiros. É a igreja, uma comunidade que cura, perdoa, restaura, que deve fazer isso com as pessoas. E a igreja aqui sou eu e você. Estas pessoas não podem se desatar sozinhas, necessitam de ajuda nossa.
Vejamos a experiência de Paulo, em Atos 26:15-19, que foi chamado por Jesus para pregar aos gentios, e transportá-los do poder de Satanás para Deus, das trevas para a luz.

Conclusão

Estas três palavras de ordem são em primeiro lugar para nós. Antes de tirarmos as pedras da vida dos outros, temos que removê-las das nossas próprias vidas. Como podemos ajudar a curar os feridos se nós mesmos estamos feridos? Tomemos hoje a decisão de remover as pedras, para que Deus possa operar dentro de nós e remover o que está podre e cheirando mal, e então, desatados daquilo que nos amarrava, podermos ir e ajudar a outros a também serem libertos e despertarem para a verdadeira vida que há em Cristo Jesus.
Postado em Esboço de Sermões

terça-feira, 1 de julho de 2008

Fé Ousada

Sabe-se que a fé que agrada a Deus precisa ser ousada. Ousada em confiar que Deus pode mudar e reverter situações difíceis, ousada em esperar que Deus possa solucionar os problemas quase que insolúveis e por mais complexos que pareçam. Ousada em crer, em aproximar de Jesus, em tocá-lo esperançosamente confiando no milagre e na transformação da história. Assim foi a fé da mulher hemorrágica (Marcos 5.24-34). Uma mulher corajosa, que venceu os obstáculos pessoais, oposições sociais em face ao estado de sua debilidade física, que venceu traumas íntimos, mas que com ousadia e coragem penetrou entre a multidão e não temeu tocar em Jesus.

É preciso reconhecer quem nem sempre o crente demonstra esta fé ousada. A bíblia diz que várias vezes Jesus repreendeu os discípulos dizendo: “Porque sois tímidos, homens de pequena fé” (Mateus 8.26 e Marcos 4.40). No Antigo Testamento encontra-se um exemplo de desaprovação divina ao covarde, àquele que deixa de demonstrar uma fé ousada e corajosa. Israel se preparava para enfrentar os Amalequitas, isso no tempo de Gideão. Cerca de 32mil homens foram arregimentados, porém o Senhor disse a Gideão que havia povo demais com ele. Então o Senhor mandou fazer uma triagem do pessoal e aqueles que fossem tímidos, medrosos, deveriam se retirar. De uma só vez 22mil deixaram de seguir Gideão. Em outras palavras, quem for medroso não serve, não está apto para defender o nome do Senhor Deus. O Senhor e Gideão venceram apenas com 300 homens, mas estes possuíam uma fé ousada (Juízes 7).

Fé que leva a pessoa a um acovardamento em sua luta, não pode agradar a Deus. Deus está à procura de crentes corajosos, cheios de poder e ousadia. Crentes que tenham uma fé sarada, firme, grande, destemida e repleta de coragem. Paulo quando escreveu ao seu filho na fé Timóteo falou assim: “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (II Timóteo 1.7). Os que se acovardam em sua caminhada cristã e não demonstram uma fé ousada serão condenados no dia final (Apocalipse 21.8). Portanto, há um grande risco em não demonstrar uma fé ousada, grande e corajosa.

É hora de demonstrar uma fé ousada e assim haverá vitórias, libertação e restauração. Não esqueça: Deus procura pessoas que tenham uma fé ousada. Como vai a sua fé? Finalmente, pense nas palavras de Charles H. Spurgeon: “Uma pequena fé levará a vossa alma aos céus, mas uma grande fé trará os céus à vossa alma”.

Rev. Anderson Sathler